Será que eu consigo transformar um sapo em príncipe? Pior, será que eu terei paciência pra finalizar essa empreitada? Aguardem cenas dos próximos capítulos.
Foi exatamente assim que acordei hoje, me sentindo a última coca-cola do deserto, o último chocolícia do pacote, a última chanel da liquidação. Depois do meu retorno histórico aos convivíos MSNísticos eis que encontro online o príncipe dinamarquês da ilha do governador, um dos peguetes mais lindos que eu tive na vida e um que eu chutei não sei por que cargas d'agua, daí que assim que minha janelinha subiu o bruto já foi logo chamando, pedindo atenção, perguntando do meu sumiço, pedindo foto, falando que continuo linda e blá blá blá whiskas sachê, sei que fui dormir levinha levinha de tanto elogio, pena que há um agravante, o belo vai casar esse ano e esse tipo de investida vai contra os meus princípios religiosos (!). Além desse, o retorno do meu PC de casa trouxe outras surpresas não tão agradáveis, entrei no orkut pra ver se alguém ainda acredita que eu verifico as mensagens deixadas lá e vi que o falecido me adicionou de novo (lembrando que eu tinha excluido o exu de lá). Fiz a Kátia.
Garota carioca, swing sangue bom, 20 e poucos anos e contando...
Muita coisa na cabeça, algumas coisas no papel, outras tantas nos blogs.
Falo muito, escrevo em dobro, escrevo o que não falo e às vezes falo o que deveria ter escrito.
Posso ser muito simpática e também muito antipática, você escolhe.
Tenho ataques súbitos de mau humor que podem passar em minutos ou durar semanas.
Amo loucamente e odeio na mesma proporção. Odeio odiar, odeio sentir pena e odeio mais ainda que sintam pena de mim, acho que o mundo deveria ser feito apenas de sentimentos felizes (poderia ser cor de rosa também rs).
Minha definição? Séria e comportada no horário comercial, louca varrida no tempo que me resta.